21 de maio de 2012
 
NOTÍCIA

Deputado ironiza discurso de governistas

Quarta, 15 de fevereiro de 2012 às 20h51

AMAZONAS

 

 

Manaus - O deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), durante seu pronunciamento, na manhã desta quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), criticou o posicionamento de alguns deputados governistas que colocam a culpa de tudo que acontece no Estado, como os problemas em relação a água e segurança pública, por exemplo, em terceiros, eximindo o Governo do Estado da culpabilidade. 

 

Ele citou o discurso de parlamentares da base aliada do governo, que encontraram como “raiz do problema” da questão da segurança pública, os buracos nas ruas, a falta de câmeras nos coletivos e os terrenos baldios; "assim como dizem que a culpa de não haver água do Proama é culpa da prefeitura. Fico imaginando que daqui a pouco colocarão a culpa no papa ou o bispo pela situação de alguns setores do Estado”, ironizou. 

 

PARABENIZANDO 

Marcelo Ramos parabenizou o deputado Marcos Rotta (PMDB) e disse que ele é exemplo de governista responsável, que reconhece os problemas enfrentados pelo governo e apresenta mecanismos de enfrentamento, mostrando, por exemplo, os investimentos em segurança pública. 

 

Na opinião do parlamentar socialista, mesmo com opiniões divergentes, o que é natural segundo ele, é necessário haver responsabilidade com o povo amazonense. “Nós (os deputados) temos que estar acima de discursos demagógicos e enfrentar com coragem os problemas. É inconcebível que alguns deputados governistas insistam de que nada é culpa do governo do Estado. O primeiro passo é ir em direção a dificuldade e não esquecê-la”, avaliou. 

   
ARTIGO

Textos de opinião também trabalham com fatos

 
Agência Norte de Notícias Online

Website desenvolvido por Manaus.NET


Informe seu email para receber novidades

Perfil no orkut Twitter: @AgenciaNorte MSN: ygaracauan@hotmail.com Adicionar aos favoritos Assinar Feed (RSS)
"Política é como nuvem. Você olha e ela esta de um jeito. Olha de novo e ela já mudou."

- Tancredo de Almeida Neves (1910 - 1985)